quarta-feira, 28 de abril de 2010

E amanhã???

Diz a lenda que precisamos de ações e atividades que valorizem os artistas de Porto Velho. Vivemos em um mundo globalizado, onde as culturas industrializadas invadem a vida dos nossos jovens com uma velocidade assustadora. Precisamos desenvolver com todas as parcerias possíveis, projetos culturais que possam fazer a população, conhecer, relembrar e contar a sua história. Sair da mesmice, criar círculos de debates, oficinas em todos os bairros que possam despertar nos jovens o prazer pela cultura. Resumindo-se a poucos grupos, a cultura torna-se um circulo vicioso, onde poucos mandam e muitos ficam sem informação. Possuímos variados movimentos culturais que de sombra em sombra vão ficando na escuridão total. Precisamos de engajamento, de pessoas que façam acontecer, que tragam aos jovens o desejo de cantar, representar, dançar e acima de tudo, através de atividades culturais tornarem-se cidadãos de bem, que possam contribuir com a nossa sociedade para uma Porto Velho melhor. Precisamos fazer com que nossa população tenha o hábito de freqüentar os espaços culturais em nossa capital beradeira. Quais os espaços? Bem, podemos contar nos dedos de uma só mão, e olhe lá, e descobriremos que falta investimento para que as pessoas possam sair de casa e ter uma agenda de atividades culturais, ter onde ir, convidar familiares, levar amigos e turistas para conhecer a história de Porto Velho. Vamos ao Mercado Cultural, a Praça Marechal Rondon, Praça Getúlio Vargas, a Feira do Porto, ao Teatro Banzeiros, conhecer a Madeira Mamoré. Vamos fazer atividades culturais planejadas nestes espaços. Viva a Flor do Maracujá, Viva o carnaval. Mas, precisamos de uma agenda anual de atividades para a nossa população. Nossas quadrilhas e Bumbas são lindos, Escolas e blocos idem. Mas, alguma coisa industrializada já nos faz sentir saudades de ontem. Claro que é preciso inovar. É preciso levar para o mundo. Mas, também é preciso que se preservem alguns valores tradicionais. Diz a lenda, que são poucos os setores que defendem as nossas tradições. Precisamos aplaudir de pé o Zekatraka, O Ernesto, O poeta Mado, O Ivo Feitosa, O Anísio Gorayeb, O Maraca, O Bubu, o Oscar, o Tatá quando ele está. E tantos outros que nós sabemos que estão nesta luta de Davi contra Golias. Diz à lenda que estas pessoas fazem acontecer em suas respectivas áreas de atuação. Mas, precisamos planejar o futuro. Fazer do amanhã sementes que foram plantadas hoje. Diz à lenda que o caldeirão cultural está em ebulição dentro de Porto Velho. Precisamos ter algo para contar amanhã. Entra ano e termina ano, e as mesmas noticias, mesmas brigas, com mesmos causadores. Vamos fazer de um entardecer no Rio Madeira o cenário ideal para repensarmos o que poderemos deixar para as gerações futuras. Fechando este texto, falta a alguns, a elegância do Mestre Oscar. Elegância no modo de tratar e respeitar os nossos artistas e mesmo os que não sejam artistas, mas que lutam para o crescimento cultural da nossa capital beradeira.







Beto Ramos – Fotógrafo e Restaurador de imagens antigas

sábado, 24 de abril de 2010

O Samba pede passagem

Boteco ou botequim são termos oriundos do português de Portugal botica, e do espanhol da Espanha bodega, que por sua vez derivam do grego apothéke, que significa depósito.
Em Portugal a botica era um depósito, ou loja onde se vendiam mantimentos e miudezas, mesmo significado se atribui à bodega espanhola.
No Brasil, o boteco ou botequim ficou tradicionalmente conhecido como lugar de encontro entre "boêmios", onde se procura uma boa bebida, petiscos baratos e uma boa conversa sem compromisso. Diz à lenda que em Porto Velho, O Butiquim do Samba deriva-se da força de vontade de Carlinhos Maracanã e Sônia Maria. Vindo do rádio, o programa reúne os melhores sambistas da nossa capital beradeira. Nas terças cheias de alegria dentro do Mercado Cultural, a gravação do programa tornou-se um ponto de encontro, não só de sambistas, mas também de colunistas sociais, jornalistas e um público que começa a se habituar ao movimento cultural que começa a crescer em nossa capital beradeira. Sou amigo particular do agitador cultural Carlinhos Maracanã, e sei o quanto o mesmo luta para defender e levar a história do samba ao nosso povo. O Butiquim possui a essência dos nossos sambistas. E diz a lenda que esta essência é o respeito e um espaço digno para a divulgação dos nossos artistas. Se não dermos oportunidades, não acreditarmos, como poderemos consolidar a história do nosso povo. Diz a lenda que o Maraca corre para lá e para cá, explica, divulga e o principal na minha humilde opinião, necessita de apoio, e de quem acredite e invista na proposta do programa apresentado aos sábados junto com a Sônia Maria. Sinceramente eu acredito. E faço a minha parte não como amigo, mas como alguém que acredita que tudo pode dar certo, e que podemos e devemos acreditar nos nossos artistas. Aos críticos de plantão ficam as nossas considerações pelo incentivo com seus comentários, pois o artista precisa sim de críticas construtivas. E vamos todos ao Butiquim. Bater aquele papo num cenário histórico que é o Mercado Modelo, participar da gravação do programa e assim ajudarmos a escrever mais um capítulo da história da cultura da nossa capital beradeira. Diz a lenda que em Porto Velho, Butiquim é um termo oriundo do esforço também dos nossos cavaleiros armados com seus talentos vindos da margem direita do madeira.

Beto Ramos – Fotografo e Restaurador de imagens antigas.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cultura viva

Diz a lenda que a cultura está viva em Porto Velho.
Respirando sem aparelhos e caminhando a passos largos em busca de uma realidade, que com certeza incomodará uma estrela solitária no céu azul da nossa capital beradeira. O aparecimento de novos articulistas é coisa fundamental para o fortalecimento das forças que levam tantas pessoas a lutarem por um espaço, por investimentos, por apoio de quem quer que seja. Diz a lenda que a cultura é de todos, e não de um grupo que insiste em compreender algo, que não estão ajudando a construir. Não podemos perder a nossa identidade beradeira, e nem tão pouco nos deixar levar por culturas industrializadas que não possuem a cara da nossa gente, dos nossos bairros e dos nossos artistas. Os cidadãos têm direitos culturais assegurados pelo ordenamento jurídico brasileiro. Alguns deles são os de participar da vida cultural, ter acesso aos bens culturais e as fontes de cultura, ter respeitada a identidade, a diversidade e a liberdade cultural. Também tem direito a conhecer a própria história e a de seu povo, de saber e participar das decisões que afetem os bens culturais. Tomar decisões sem consultar determinados setores da cultura é querer sair pelas portas do fundo da história. E nós estamos aqui como arengueiros de plantão, para buscar um melhor relacionamento com determinados setores que administram a cultura do antigo Porto do Velho. Devemos buscar manter e desenvolver a nossa identidade cultural, respeitar as manifestações artísticas culturais. Dar espaço e não podar o espaço da nossa cultura beradeira. Precisamos nos unir e de braços dados fazer acontecer. Diz a lenda que a cultura viva esta mais viva do que nunca em nossa capital.


Beto Ramos – Fotografo e Restaurador de imagens antigas.

betoramospvh@hotmail.com

E se der SAMBA?

Diz a lenda que a elegância chegou e ficou no Mestre Oscar. Um vento agradável tocava nossos rostos e o velho, digo, novo, digo, que é velho para mim, Mercado modelo no seu silêncio iluminado, foi testemunha de mais um capitulo de uma história que muitos deveriam saber. O samba quando é samba, em poucas palavras, resume a sua grandeza. Uma grandeza que não deveria ficar restrita a um grupo de pensadores que lutam para manter viva a memória cultural do nosso samba. Diz a lenda que ser elegante não é falar por todos os poros do nosso corpo. Formar opinião é estar além de polêmicas, ou criar situações embaraçosas pelo simples prazer de apagar fogo com gasolina. Diz a lenda que o Cabeleira, também é um grande conhecedor da história do nosso samba, e faz parte desta história, que deveria ser levada a todas as pessoas da nossa Porto Velho. Diz a lenda que é agradável ouvir histórias cheias de elegância, confirmada pelo Carlinhos PM, digo, Maracanã, quando o Oscar lembra o Potoca, lá de Brasília. Quem é o Potoca?

O Potoca é um capítulo de um livro a ser escrito, onde a elegância do samba rompe fronteiras e não se resume ao umbigo de quem acha que é o dono da voz.. O Potoca é um Albino que possui um programa na Rádio Cultura de Brasília, e que recebeu o mestre Oscar na capital Federal como um ritmista de peso neste terreiro do samba chamado Brasil. E o Oscar disse que era dos Correios, e não colunista, e disse sou amigo do Carlinhos lá de Porto Velho. Então foi apresentado para bateria de Escola de Samba da capital candanga, e honrou o nome do nosso samba, mostrando que possuímos um mestre da elegância. Diz a lenda que Rondônia e suas Riquezas, é um samba de Oscar e Bainha. Um samba cantado no Danúbio Azul com muita panelada e cachaça. Interpretado na Avenida pelo Saudoso Noite Ilustrada, que fazia temporada em nossa capital. Samba que teve o refrão modificado para ficar mais alto, por opinião do grande Jair Rodrigues. E o noite Ilustrada precisou de dois dias para aprender um samba que vai ser lembrado para sempre nas rodas de bambas da nossa capital beradeira. O Oscar compôs a letra, e precisava de um parceiro para a melodia. Bainha havia ido para A Pobres do Caiari, concorrer com um samba seu para o carnaval da escola. Perdendo, voltou para a roda de amigos dos Diplomatas. Alguém levou a possibilidade do Oscar fazer uma parceria com Bainha. Então, surgiu o Rondônia e suas Riquezas, e uma parceria que faz parte da história dos sambas em Porto Velho. Diz a lenda, que alguém tomou para si a autoria desta perola de dois grandes compositores. Diz a lenda que só existe uma verdade. E as verdades também se tornam lendas. Diz a lenda que o Jair, o Rodrigues, com sua opinião apurada, deixou para todos nós um tom no refrão do samba de Oscar e Bainha, que para sempre vai ser lembrado por todos. Diz a lenda Que falamos do velho Teid, do velho Dió que cometeu uma grande barbeiragem, o Zola precisa saber desta história. Mas, seguindo a elegância do Oscar, não entrarei nos mínimos detalhes de tão relevante acontecimento. Uma terça feira em frente ao Mercado Modelo, a nossa história, mal contada por mim, agradece por existir esta elegância no samba de Porto Velho. E tudo é só SUCESSO e teremos muitos assuntos para vários artigos a serem escritos futuramente.



Beto Ramos – Fotógrafo e Restaurador de imagens antigas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SEXTA CHEIA DE NOVIDADES

Na próxima sexta vinte e três de abril, estará entre nós, depois de um voo rápido por outros horizontes, o nosso poeta Ernesto Melo. Sua grandeza entre nós reflete-se na emoção que nos causa com suas músicas e letras, que nos levam a ser fortes e nos orgulharmos da nossa Porto Velho tão querida. Muitas são as estrelas que brilham nos céus de Rondônia. Mas, a do poeta da cidade destaca-se por possuir um brilho que ofusca não outras estrelas, mas alguns meros mortais, que precisariam entender melhor a sua arte. Com uma compreensão mais apurada, alguns meros mortais saberiam definir o valor cultural que o poeta possui nas sextas em frente ao Mercado Modelo. O poeta já é poeta! Agora o seu desejo de levar ao nosso povo músicas que contam e fazem a história da nossa capital, não é missão para qualquer um. Ernesto reúne músicos e uma população que sentiu a sua falta em apenas duas semanas. Desculpem-me a indelicadeza, mas, dizer que possuímos um índice de rejeição enorme meio ao nosso público é muita falta de informação, ou de ASPONEI mal informado. Eu Beto Ramos, tenho amigos universitários, professores, músicos, aposentados, jovens, meus filhos e até mesmo alguns críticos que nos prestigiam e sabem o valor cultural de ERNESTO MELO no contexto da cultura beradeira da nossa terra. Sem essa de metáforas jogadas ao vento. Sinceramente, gostaria que estes meros mortais comparecessem sempre nas sextas para ouvir, compreender e assim descobrir que nem sempre o que nos dizem possui alguma verdade. Ernesto Melo precisaria ser visto com mais carinho por órgão que envolve a cultura dentro de Porto Velho. Fico emocionado quando pessoas nos cumprimentam, e dizem, que lugar agradável, que músicas lindas, que hino lindo este Céus de Rondônia. Isto paga qualquer ofensa ou falta de compromisso com todas aquelas pessoas, e não são poucas, que freqüentam o Mercado Modelo. Fazer acontecer, este deveria ser o compromisso de muitos. Tenho algumas duvidas se alguns conhecem a história da nossa Porto Velho de ontem, que formou uma constelação de músicos, poetas, jornalistas, e que sem ela o nosso presente seria capenga. O projeto Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba, não é modismo e nem tão pouco descartável. É coisa séria e precisa ser aplaudido de pé. O problema do modismo é que não agrega um público fiel. Ernesto Melo possui o seu público fiel, e já é uma referencia turística nas sextas feira em Porto Velho. Recebemos pessoas de São Paulo, Pará, Minas e Bahia. Pessoas pedindo para serem fotografadas com o nosso grupo, pois não imaginavam que poderia existir aqui movimento cultural tão bacana. O nosso caldeirão está fervendo. Existe espaço para todos, mas estes todos precisam fazer a sua história.

Beto Ramos – Fotografo e restaurador de imagens antigas;

sábado, 17 de abril de 2010

Plano inclinado - Porto Velho-RO.

Cultura viva

A lenda do respeito

Existe uma lenda em Porto Velho, que as estrelas no céu passaram a brilhar com mais intensidade quando a sexta feira chega, trazendo em sua grandeza uma viagem pela história da nossa gente. Esta lenda nasceu em uma praça com violões e tamboris iluminados pela luz vinda da alma de músicos que cantam os nossos bairros, os nossos poetas, boêmios e uma Porto Velho que precisa ser lembrada em versos e prosas. Diz a lenda que o sangue que corre nas veias destes músicos é como águas barrentas do velho Madeira. Sangue que flui em notas musicais e lindas canções, que o vento leva a todos os cantos do Triângulo, Mocambo, Baixa da União, Caiari e todos os nossos bairros que precisam saber da nossa história. Diz à lenda que as sextas feira eram tristes em frente à Praça Getúlio Vargas. Eram silenciosas e cheias de melancolia. Diz a lenda que junto das cinzas e entulhos que ficaram na lembrança de quem sabe a história, restou uma fênix beradeira que fez renascer um pedaço da nossa história cultural. Diz a lenda que entre mortos e feridos, restaram pedaços de uma resistência intensa cantada aos quatro cantos de nossa Porto Velho, tão querida. E soam os tambores, violões, pandeiros, tamborins, cavaquinhos, repique de mão, um surdo na marcação, fazendo a nossa população aplaudir as estrelas do céu que passaram a brilhar com mais intensidade. E essas estrelas nos observam com os nomes de Babá, Manga Rosa. Estrelas que brilham entre a gente como Silvio Santos e Bainha. Diz a lenda que quando soam os tambores na sexta feira, Santa Bárbara renasce, a Favela se ilumina, O alto do Bode cria vida, até ouve-se a seresta no Imperial. Diz à lenda que querem que volte o tempo dos generais. Generais sem farda que não querem respeitar a nossa cultura, e ocupar as sextas feira com um toque de recolher, para que se cale uma história que muitos pegaram pela metade. Diz a lenda que vindos da margem direita do Madeira cavaleiros armados com suas poesias, versos, músicas e instrumentos musicais, lutarão como nunca para que as estrelas continuem sempre a brilhar no céu incomodando o sono das andorinhas para que quando o sol desponte traga todo o seu calor aos corações que sabem que amar Porto Velho é amar a história da nossa gente.


Beto Ramos
betoramospvh@hotmail.com.br

sábado, 3 de abril de 2010

Lago Samuel

Fotografia e fotografia

Outro dia no Mercado Cultural, percebi o quanto a fotografia evoluiu.
Evoluiu no sentido de quantidade de pessoas que possuem uma câmera digital. Em certo evento contei pra mais de doze fotógrafos credenciados por sites de noticias. A fotografia perdeu alguma coisa neste mundo cheio de maquininhas, que fazem de qualquer um o dono da imagem. Fazer uma fotografia ou bater uma fotografia? Eis uma questão meio estranha de responder. O que seria diafragma? O que seria uma composição? E o conhecimento de luz? O advento da imagem digital retirou da fotografia o encanto e a magia da descoberta de uma imagem. A fina arte ficou perdida meio a parafernália que é preciso para registrar uma imagem digital. Nada contra a evolução da tecnologia. Em alguns casos não existe a preocupação em fazer uma imagem. Quase todos batem e batem fotografias sem a mínima com o resultado. Sem contar que quase todas as fotos ficam arquivadas em CDs e computadores, sem aquela magia de tocar o papel fotográfico. E quando abrimos alguns sites, que susto. Algumas imagens estão escuras, com luz estourada, e sem a preocupação de se entender que uma fotografia pode influenciar na auto-estima das pessoas. Em certa data, minha mulher junto com sua turma da faculdade contratou certa empresa do ramo de fotografia de formatura. Que tristeza ver pessoas que se dizem profissionais compor uma imagem de qualquer jeito, para apresentar no final, quem sabe, um álbum medíocre e bem abaixo da expectativa dos formandos. Rolou processo, e foi contratada outra empresa para finalizar o evento. Talvez fosse preciso o mínimo de treinamento para alguns destes profissionais. Hoje, não existe imagem sem tratamento em programas de edição de imagem. O photoshop é ferramenta básica para um fotografo. Ferramenta e não a solução para todos os problemas. Seria preciso fotografar editando as imagens para não ficar refém de certas ferramentas. Estamos distantes de grandes centros de formação, mas, aqui em Porto Velho possuímos profissionais capacitados para algum treinamento em determinada área da fotografia. Faço restauração de fotos antigas, e sou autodidata em tudo que faço. Talvez este fosse um mercado para ser mais explorado por algumas empresas da nossa capital. “O mercado de treinamento de fotógrafos”. Porto Velho cresceu, e os profissionais capacitados sempre serão lembrados pela qualidade dos seus trabalhos. Outros serão lembrados apenas uma vez... Possuo amigos que são excelentes profissionais como o Ésio Mendes, Bolotha, Elmir Marques, Brito, Machado e tantos outros. Ser ou estar? Esta é uma questão meio estranha de ser respondida. Precisaríamos rever certos conceitos neste nosso mundo da fotografia, para não queimar o filme de todo mundo, ou melhor, os pixels da gente.

Beto Ramos – Fotografo e Restaurador de fotografias antigas

DUZENTOS E CINQUENTA EM QUATRO I

Os pesadelos não podem ofuscar nossos sonhos. Diante da inconsequência de quem resume a vida dos outros na sua prisão de lamentos, ...