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Bloco Mistura Fina define programação

Notícia via ZEKATRACA No dia 31 de dezembro de 1983, sambistas como Bainha, Silvio Santos, Oscar, Zé Baixinho, o saudoso Babá, Manelão e tantos outros, fazendo aquela roda de samba inesquecível, mas que ainda é possível encontrar no berço do samba do bairro Santa Bárbara, ladeados por engenheiros, técnicos entre outros operários que vieram para trabalhar na construção da usina da Hidrelétrica de Samuel, que faziam daquele momento, longe de casa, o seu réveillon. Concentrados no Bar do Casemiro, que se localizava na Joaquim Nabuco com Almirante Barroso, dão início à história do verdadeiro e único Bloco de Sujos de Porto Velho, que depois passou a sair do bar do Antônio Chulé. A festa continua numa verdadeira “Mistura Fina”, é o momento de união e congregação do samba e dos sambistas de Porto Velho. Como diz a marchinha do Waldison e Mávilo (feita para o tradicional Bloco): “... Seja na Joaquim com Almirante, Seja na Bolívia com Joaquim, quando chega o final do ano o nosso Carnaval com...

Feliz 2011 para todos - Diz a lenda

DIZ A LENDA - MEU CARO POETA

Por: Beto Ramos Meu caro poeta. Aqui na margem direita do Madeira, estamos chegando ao fim de mais um ano. Vem chegando o natal. Este foi um ano maravilhoso para todos nós. A nossa querida “A Fina Flor do Samba” cresceu. Como uma árvore do bem, deu muitos frutos. Nós cantamos a nossa aldeia. Quando fecho os olhos como você, vejo estes frutos do bem com nomes de Basinho, Oscar, Karatê, Sérgio Ramos, Walber, Ênio Melo, Coimbra, Cristóvão, Cabeça do Mocambo, João Carteiro, Hudson, Audízio, Assis do Areal, Wilian, Zé Áureo, Sílvio, Bainha e tantos outros que plantaram esta semente que hoje dá frutos do bem. Meu caro poeta. Não sei lhe dizer se sou fruto bom ou ruim. Apenas sei que quando muitos desejam deixar de adubar ou molhar esta árvore, busco um galho de cuieira para dar um susto nestes que ficam na sombra de nossa árvore do bem e ainda desejam podá-la. Não poderíamos esquecer nossas pastoras. Erenir, Rosimere, Ana, Maria, Beth, Úrsula, Alda, Kinha, Rosa e muitas outras que apóiam ...

Carlos Guery na Seresta Cultural

O nosso amigo Heitor Almeida sempre possui uma carta na manga. A Seresta Cultural da quinta feira 23/12 apresentará Carlos Guery. Será o lançamento do CD deste grande músico de terra nas margens do Madeira. Estaremos prestigiando o evento. Diz a lenda!

Cancelado

A apresentação da Banda Los Dinos, que estava programada para sexta feira 23/12 no Projeto Seresta Cultural Foi cancelada. Fica o desejo de um feliz natal e um próspero ano novo de toda a Banda para a população de Porto Velho.

Governo limita dinheiro público em festas

Após denúncias de mau uso do dinheiro público, o Ministério do Turismo decidiu restringir a destinação de recursos a prefeituras e organizações não-governamentais (ONGs) para a realização de festas e eventos. Uma portaria publicada esta semana no Diário Oficial da União reduz até à metade o valor máximo a ser repassado a cada município e antecipa em 20 dias a proibição do repasse de recursos públicos a entidades indicadas por parlamentares para a promoção de festejos e congressos. As novidades estão previstas na Portaria 88/10, assinada pelo ministro do Turismo, Luiz Barretto. De acordo com o texto, publicado na segunda-feira passada (13), municípios acima de 50 mil habitantes só poderão receber até R$ 600 mil por ano para a promoção de eventos de atração turística. Até a semana passada, esse teto era de R$ 1,2 milhão, valor que poderia ser rateado por até quatro congressistas, desde que a emenda de cada um não ultrapassasse R$ 300 mil. A nova regra limita esse “rateio” a dois parlamen...

Diz a lenda - Palavras ao vento

Por: Beto Ramos Um dia busquei me fazer poeta. Poeta, jamais! Quando adolescente, lia e relia os sonetos de Alphonsus Guimarães, conhecido como o solitário de Mariana. Como sonhei ser Alphonsus Guimarães. Veio o período da rebeldia. Época da poesia marginal. Com prosas cheias de contestação. Foram os melhores dias de minha vida. Amigos cheios de criatividade. Pintores, poetas, futuros músicos, dançarinos, cartunistas e todos loucos como eu. Era tempo de recitar poemas nas ruas, nas praças e principalmente nos bares da vida. Nunca gostei de métrica ou textos muitos cheios de palavras difíceis ou cem por cento perfeitinhos para os críticos de plantão. Existiu o período em que fui Duck Blue, o pato azul. E meu pai não acreditava, pois nem mesmo sabia quem era o filho que escrevia desvairadamente. Mas, a solidão sempre foi minha inspiração. Taciturno por natureza, sempre gostei de ler os grandes clássicos da literatura. Músicas andinas sempre estiveram no meu caminho. Um dia busquei me faz...