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Chico da Silva no Mercado Cultural

Hoje a festa continua com o show A Fina Flor do Samba. ****** Ernesto Melo convidou para cantar samba na festa dos 96 anos de Porto Velho os sambistas: ******* Silvio Santos, Enio Melo, Joãozinho Carteiro, Bainha e ****** Especialmente o Chico da Silva. ****** Chico vem diretamente de Manaus cantar suas músicas que foram e são sucesso até hoje. ****** Só para aguçar vossas lembranças: ******* Lembra desse samba: ******* Aonde estava a boêmia lá estava eu/sempre levado pelo braço de um violão/até que veio a nostalgia pra fazer morada no meu coração. (Diário de Um Boemio) ****** É preciso muito amor para suportar essa mulher/Tudo que ela vê numa vitrine ela quer/Tudo que ela quer tenho que dá sem reclamar/Porque senão ela chora e diz que vai embora/Ô diz que vai embora/Porque senão ela chora e diz que vai embora Ô diz que vai embora. (É preciso muito amor). ******* Daquele tempo de menino/Ainda tenho no meu peito muita saudade/Rodar pião, Estilingue no pescoço e papagaio pra soltar/ Mam...

SEMENTE

Por: Beto Ramos Deveríamos construir muitos jardins para nenhuma flor? Deixar o silêncio como resposta? Quando a paisagem é bonita queremos nos inserir nela. Fechando o tempo com ameaças de trovoadas alguns querem distancia deste horizonte. Meio ao silêncio encontramos muitos jardins sem nenhuma flor. Justamente as flores da inspiração, do comprometimento com o amanhã. Alguns olhos seguem sem nenhuma cor. Nossas paisagens não existem para alguns. O mundo é muito grande, não importa, o meu mundo é um velho porto. Um velho porto que fica nas curvas dos rios de muitos corações. Curvas de rio. O que poderíamos encontrar na curva de um rio? Uma paisagem bonita? Um tempo com ameaças de trovoadas? Ou encontraríamos palavras? O silêncio é um jardim sem nenhuma cor. E as palavras? As palavras são flores! De todas as cores. Flores do sol e da lua. Da noite e do dia. Que ficam nas ladeiras do velho porto. Flores da nossa história. Que ficam nas palavras do Anísio, Ernesto, Lúcio Albuquerque, Zo...

Curiosidades históricas - Diz a lenda

Os nomes do Brasil O Brasil já teve oito nomes antes do atual: Pindorama (nome dado pelos indígenas); Ilha de Vera Cruz, em 1500; Terra Nova em 1501; Terra dos Papagaios, em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503; Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa Cruz do Brasil, em 1505; Terra do Brasil, em 1505; e finalmente Brasil, desde 1527. Por que Brasil? O Brasil recebeu este nome porque nos primeiros anos de sua colonização era extraída das matas na costa brasileira a madeira chamada pau-brasil. Ela era usada para tingir tecidos e a cor que produzia era a cor da brasa. Não sou daqui A parte do México conhecida como Iucatan vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu “yucatan”. Mas o espanhol não sabia que ele estava informando “não sou daqui”. O rei proibiu o futebol O rei inglês Eduardo II ordenou em 13 de abril de 1314 a proibição da prática do futebol pela população. Em nome de Deus, Eduardo ...

Fundação Iaripuna divulga Programação de Aniversário de Porto Velho

A partir do dia 23 de setembro, a prefeitura de Porto Velho e a Fundação Iaripuna, darão início a uma vasta programação em comemoração aos 96 anos da cidade, festejados oficialmente no dia 02 de outubro. A abertura das festividades, será às 20h na biblioteca Viveiro das Letras, no bairro Jardim Eldorado, zona Sul da capital, com a apresentação do espetáculo “Canoa Canora”, que é composto de poemas, animações visuais e canções do poeta e compositor portovelhense Binho. No dia 24 de setembro, às 19h, haverá um encontro de escolas de samba, na Rua Jacy-Paraná com Brasília. Dia 25/09, às 21h, acontecerá um show de rock e reggae no Campo Princesão, localizado à Rua Aruba (antiga Princesa Isabel) no bairro Socialista, zona Leste de Porto Velho. Na Feira do Porto, dia 26/09, acontecerá às apresentações de danças, músicas e teatro, a partir das 19h. No Mercado Cultural estão programados os shows “Alvorada para Porto Velho”, às 20h do dia 30/09 e no dia 1º de outubro, Fina Flor do Samba, às 20...

A ESTRELA DO BETO

Por Artur Quintela Prefiro minha estrela verde e amarela, como tantas vezes o disse o poeta. Indiscutivelmente, porém, Beto se cobre e recheia de razão. A estrela que hoje ilumina nossa cidade presenteou-nos – todos – amantes da música e de todas as manifestações culturais com uma jóia. Nosso Mercado Cultural é essa jóia. Jóia que saiu das sombras e dos escombros. Recuperada e guardada por Zizi, para depois ser lapidada por Ernesto, poeta mor de nossa cidade, e por todos aqueles que aderiram ao Projeto. O Índio Iaripuna não poderia estar mais feliz. Caripuna, Massaká e Caritiana também juntam as mãos para aplaudir os Caeté, Tupiniquim, Tamoio ou Tapuia que aqui chegam com seus costumes e tradições, misturam-se e deleitam-se nas brancas águas do Madeira. Ò, meu Madeira, mar-deirão de todos os beradeiros. Meu açúcar com mel da infância. Teu resgate está no centro da cidade, embora não cheguem ali suas águas. Filhos do verde! Filhos do Nort...

A LENDA DA AMIZADE

Diz uma lenda Àrabe que 2 amigos viajavam pelo deserto,num determinado ponto da viagem discutiram e um deu uma bofetada no outro, o outro magoado, escreveu na areia : Hoje o meu melhor amigo deu-me uma bofetada na cara. Seguiram adiante e chegaram a um oàsis onde resolveram tomar banho. o que foi esbofeteado e magoado comecou a afogar-se sendo salvo pelo seu melhor amigo, ao recuperar-se pegou num canivete e comecou a escrever numa pedra : Hoje o meu melhor amigo salvou-me a vida. Intrigado, o amigo perguntou: Porque è que quando te magoei escreveste na areia, e agora escreves numa pedra? Sorrindo o outro respondeu: Quando um grande amigo nos magoa,devemos escrever onde o vento do esquecimento e do perdão se encarreguem de apagar a lembranca,mas quando nos acontece algo de grandioso, devemos gravar isso na pedra da memòria e do coracão onde vento nenhum o possa apagar.

Amanhã

Por: Beto Ramos O artista com rosto pintado deixa o palco de sua ilusão. Com roupas folgadas e nariz vermelho, ele canta a sua solidão. Apagam-se as luzes do seu ultimo ato sem mágoas ou tristezas. Ao fecharem-se as cortinas de um espetáculo de incompreensão, o artista desce a ladeira sem olhar para trás. Os cantos de alegria continuarão em sua alma. O palco principal do seu espetáculo é a vida. Como um Carlitos da margem direita do madeira, o taciturno operário das letras apenas se despede como sempre viveu “em silêncio”. O bastidor sempre foi o seu lugar. Ali por trás da ilusão plantada em solo fértil de vaidades, o artista com rosto pintado começa a retirar sua máscara. Sem sucessores, sem a fertilidade do solo das vaidades. O artista precisa apenas de silêncio. De um bom motivo para amanhã recomeçar um novo cantar. O que é novo assusta. O novo muitas vezes são coisas antigas guardadas num baú que sempre vai ser o mesmo. Um baú sem novidades. Onde se repetem os erros do passado ne...