Pular para o conteúdo principal

Fundação Iaripuna divulga Programação de Aniversário de Porto Velho

A partir do dia 23 de setembro, a prefeitura de Porto Velho e a Fundação Iaripuna, darão início a uma vasta programação em comemoração aos 96 anos da cidade, festejados oficialmente no dia 02 de outubro. A abertura das festividades, será às 20h na biblioteca Viveiro das Letras, no bairro Jardim Eldorado, zona Sul da capital, com a apresentação do espetáculo “Canoa Canora”, que é composto de poemas, animações visuais e canções do poeta e compositor portovelhense Binho.

No dia 24 de setembro, às 19h, haverá um encontro de escolas de samba, na Rua Jacy-Paraná com Brasília. Dia 25/09, às 21h, acontecerá um show de rock e reggae no Campo Princesão, localizado à Rua Aruba (antiga Princesa Isabel) no bairro Socialista, zona Leste de Porto Velho. Na Feira do Porto, dia 26/09, acontecerá às apresentações de danças, músicas e teatro, a partir das 19h. No Mercado Cultural estão programados os shows “Alvorada para Porto Velho”, às 20h do dia 30/09 e no dia 1º de outubro, Fina Flor do Samba, às 20h.

Ainda em comemoração aos 96 anos da cidade, haverá apresentação de teatro e dança nas escolas municipais: Darcy Ribeiro, Maria Isaura, Roberto Pires e conveniada Marcelo Cândia, que acontecerá de 04 a 16/10.


Porto Velho- 96 anos

A instalação da cidade de Porto Velho ocorreu no dia 24 de janeiro de 1915, com a nomeação do Major de Engenharia do Exército, Fernando Guapindaia como Intendente municipal, cargo equivalente ao prefeito. No dia 4 de julho de 1907, um prego foi batido simbolicamente, para firmar um trilho no primeiro dormente colocado para a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A partir daí nasceu à cidade de Porto Velho, que surgiu como conseqüência do início das obras da ferrovia.

Depois de sete anos, a Vila de Porto Velho com o rápido crescimento, tornou-se município no dia 02 de outubro de 1914, através da Lei nº 757, sancionada pelo governador do Amazonas, Jonathas de Freitas Pedrosa.

Percival Farquar, proprietário da empresa que conseguiu concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava um “velho porto” para descarregar materiais para a obra e quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria aquele local (já na província do Amazonas), tornou-se o verdadeiro fundador da cidade, que foi afinal oficializada pela Assembléia do Amazonas e recebeu o nome Porto Velho, hoje, a capital de Rondônia.
Fonte: www.rondoniaovivo.com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CABARÉ DA ANGELA MARQUES - "PEGA FOGO CABARÉ!"

DUZENTOS E CINQUENTA EM QUATRO I

Os pesadelos não podem ofuscar nossos sonhos. Diante da inconsequência de quem resume a vida dos outros na sua prisão de lamentos, o que nos resta a fazer, é sair em retirada com a bandeira cinza da paz (dos covardes). Temer o presente é algo tão comum. Mas temer o futuro é algo surreal. É desvendar segredos que sempre ficam no batente da porta. Taciturno que sou, tenho medo do barulho dos outros. A poesia não deveria se acovardar. Mas os covardes são os que queimam as linhas da história, criando fantasias, onde o principal objetivo é fechar a porta de nossa cultura, sofrida, carente e que acredita em tudo. Oxalá que nos proteja! A alegria sempre chega. Nascem sorrisos. Pulsa vida diante de quadros quase impossível de resolvermos. Por mais insuportável que seja a situação, nos obrigamos a questionar situações impostas pelo destino. Não nos adiantaria ficar expostos entre luzes que ofuscam as nossas verdades. Sempre resta um sorriso... Qualquer... Feito de silêncio. Sempre nasc...

Vovô Aluízio

Então...  Durante uma década  pescávamos eu meu avô  no barranco  ali na descida  do Caravela do Madeira Eram quartas feiras  onde nos vestíamos de sol  Com os acessórios  de linha e anzóis  Vô Aluízio  fazia iscas feitas de alegria  Muito sorriso  e a alma cheia de igapó  Muitas vezes  pescávamos um monte caicos  Mandis Barbas chatas  Vez por outra mulher ingrata  Numa bela quarta feira  Vovô Aluízio desapareceu  do barranco para sempre  Foi fazer sua última pescaria  no lindo lago do andar de cima Tenho tanta saudade  dos nossos silêncios  Dos planos  se pegássemos um Jaú maceta  Esses dias vou pescar  Nunca mais vai ser Como a descida do barranco Perto do Caravela do Madeia  Beto Ramos de Oliveira 21/10/22