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O senhor da guerra veio ao Mercado Cultural


O senhor da guerra veio ao Mercado Cultural.
Apareceu imbatível defendo a lei e a ordem.
Ogum veio com a espada em sua mão.
Chegando a chuva, ele nos mostrou como dominar a natureza.
Mesmo chovendo, ele pediu cerveja branca.
Ele é o poder e a força.
Valei-me São Jorge.
Obrigado Marquinhos.
Era uma sexta feita feira.
O seu dia é a terça feira, mas, ele veio e iluminou o nosso centro histórico.
Sendo o senhor dos caminhos, ele nos mostrou o caminho da felicidade.
Com a voz melodiosa para nossos ouvidos Marquinhos se vestiu de Ogum.
Deixou ecoar pelo nosso centro histórico, músicas que Ogum trouxe para todos nós.
Ele nos protegeu com Exu, seu irmão dos perigos das ruas.
Ogum conseguiu nos transformar em pessoas determinadas.
Lá no Humaitá
Aonde Ogum guerreou
Lá em alto Mar
Aonde Iemanjá lhe coroou
O Beira-Mar auê, Beira-Mar.
O Beira-Mar auê, Beira-Mar (Viva Ogum Beira-Mar)
O Beira-Mar auê, Beira-Mar.
O Beira-Mar auê, Beira-Mar.
Ogum já jurou bandeira
Nos campos do Humaitá
Ogum já foi à guerra
Vamos todos sarava
O Beira-Mar auê, Beira-Mar.
O Beira-Mar auê, Beira-Mar (Viva Ogum Beira-Mar)
O Beira-Mar auê, Beira-Mar
O Beira-Mar auê, Beira-Mar.
Levando o reco sapo boi em sua bagagem, Marquinhos levou um pouco de Porto Velho.
Levou para sempre a energia das águas barrentas do velho Madeira.
Ogum esteve com todos nós.
O meu silêncio, diz a lenda, veio de um cântico que foi esquecido por muita gente.
Pessoas de Ogum nunca falam por trás.
Jamais gostam de injustiça.
Por isso nos deu de presente à força de Marquinhos.
Estamos todos felizes, pois Marquinhos esteve no meio da nossa gente.
Ogum esteve no meio do nosso centro histórico.
Obrigado Ogum!
Obrigado Marquinhos PQD.
Valeu mensageiro da paz.


Diz a lenda

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